Transplante periférico de células estaminais do cordão umbilical para cirrose?

Teoricamente, o transplante periférico de células estaminais do sangue do cordão umbilical pode tratar a cirrose. Faltam opções de tratamento específicas para a fase descompensada da cirrose, sendo o principal tratamento as complicações, como a transfusão de proteínas, a redução da amónia no sangue e a libertação da ascite. A terapia com células estaminais do sangue do cordão umbilical para a cirrose é uma nova modalidade de tratamento, em que células estruturalmente e funcionalmente normais são geralmente infundidas no doente, reparando assim o tecido hepático danificado e melhorando a função hepática. As células estaminais do sangue do cordão umbilical podem diferenciar-se em hepatócitos funcionais, que desempenham determinados papéis anti-inflamatórios e parácrinos, melhorando assim a função hepática. O transplante de células estaminais do sangue do cordão umbilical pode melhorar significativamente a qualidade de vida dos doentes com cirrose, por exemplo, sintomas como fadiga, distensão abdominal, perda de apetite e ascite serão reduzidos. Para além das células estaminais do sangue do cordão umbilical, as células estaminais autólogas da medula óssea e as células estaminais periféricas autólogas também podem ser utilizadas para tratar a cirrose. As vias de tratamento com células estaminais incluem a veia periférica, a artéria femoral, etc. Cada via tem as suas próprias vantagens e desvantagens e deve ser escolhida de acordo com a situação do doente. Atualmente, ainda existem problemas por resolver na terapia com células estaminais para a cirrose, que se encontra na fase básica, e a aplicação clínica não é muito extensa, sendo necessários mais estudos clínicos para a confirmar.