A erupção cutânea da SIDA é geralmente designada por erupção cutânea da SIDA, que pode aparecer na fase aguda da infeção e na fase da SIDA. Se a erupção cutânea ocorrer na fase aguda, pode ser aliviada com loção glicerinada tópica; se ocorrer na fase da SIDA, pode ser devida a infecções bacterianas, virais ou fúngicas, e pode ser tratada com cetoconazol, aciclovir, penicilina e outros medicamentos de acordo com a causa da doença.
Se a erupção cutânea ocorrer na fase aguda da SIDA, a pele deve ser mantida limpa e seca, não coçar, se a comichão for óbvia, pode usar loção de glicerina de forno. Neste momento, é necessário tratar ativamente a doença primária da SIDA.
Se a erupção cutânea aparecer na fase da SIDA, pode dever-se a uma infeção bacteriana, viral ou fúngica.
As erupções cutâneas causadas por infecções fúngicas podem ser tratadas com medicamentos antifúngicos, como o cetoconazol e a micotoxina. Se a erupção for devida a uma infeção viral, como o herpes zoster ou o citomegalovírus, pode ser tratada com medicamentos antivirais, como o aciclovir ou o ganciclovir. No caso de erupções cutâneas causadas por infecções bacterianas, podem ser utilizados para o tratamento medicamentos antibacterianos, como a penicilina.
Uma vez confirmado o diagnóstico de SIDA, o tratamento normalizado deve ser efectuado atempadamente. Se ocorrer uma erupção cutânea provocada pela SIDA, deve consultar atempadamente um médico, sob a orientação de um médico profissional, não utilizar medicamentos sem autorização, a fim de evitar reacções adversas.