Não há necessidade de quimioterapia após cirurgia para tumores benignos da bexiga. Para o papiloma involuntário da bexiga, que é um tumor benigno, a gestão pós-operatória deste tipo de bexiga deve ser a mesma para todos no campo, não será administrada quimioterapia de perfusão e só poderá ser necessária uma revisão regular. Para o outro tipo de lesão pré-cancerosa, chamada adenocistite, a gestão pós-operatória pode ser variada. As directrizes clínicas actuais recomendam a quimioterapia pós-operatória imediata com irrigação vesical para adenocistite da bexiga, com acompanhamento pós-operatório regular. É claro que há alguns casos de adenocistite que se transformam em adenocarcinoma da bexiga e se isso atrasará o prognóstico e a progressão da doença, mas na prática clínica há duas grandes categorias, excepto no caso de adenocistite aneurismática, onde o tratamento é mais rigoroso, e no caso de tumores benignos.