O sistema de classificação mais comum que usamos hoje em dia para os gliomas é ainda o desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Este sistema classifica os gliomas em 4 graus. Os gliomas de grau I têm o melhor resultado e são tumores benignos, sendo os mais comuns os astrocitomas de células pilosas. Os tumores de Grau II e superiores são tumores malignos. Os tumores de Grau II são menos malignos e têm um melhor prognóstico, sendo os principais tipos os astrocitomas difusos e os oligodendrogliomas. Os gliomas de Grau III são relativamente mais malignos e têm um pior prognóstico, incluindo principalmente o astrocitoma mesenquimal e oligodendroglioma mesenquimal. Os gliomas de grau IV com o nível mais elevado de malignidade, também conhecidos como glioblastoma, têm o pior prognóstico, com uma rápida recorrência e um curto período de sobrevivência. É importante notar que o prognóstico não pode ser medido apenas por grau, mas está também relacionado com o tipo de tumor e mutações genéticas, etc. Os gliomas de grau IV podem sobreviver por mais de cinco a dez anos. Os gliomas de Grau II incluem astrocitomas difusos, oligodendrogliomas e meningiomas ventriculares.