O polegar flutuante, também conhecido como polegar flutuante e dermatomas, é um tipo muito específico de displasia do polegar em que o polegar está ligado à palma da mão por uma tíbia de pele muito pequena e fina e não tem ossos ou tendões ligados à palma da mão, daí o nome polegar flutuante.
O polegar flutuante é uma deformidade congénita da mão para a qual não foi encontrada uma causa clara, e a maioria dos médicos especula que pode estar relacionada com uma história familiar da doença, medicamentos tomados durante a gravidez ou infecções. A manifestação clínica é que a raiz do polegar é relativamente fina, apenas o tubo de pele está ligado, não há osso metacarpo e a função do polegar está completamente perdida.
Existem três tratamentos clínicos: o primeiro chama-se bunionização do dedo indicador, em que o dedo indicador é sacrificado para construir um polegar novo; o segundo é a reconstrução hemimetatársica, em que metade do osso metatársico é transplantado para reconstruir o polegar; e o terceiro é o enxerto hemimetacarpiano, em que uma porção do segundo osso metacarpiano é retirada para reconstruir o polegar.
Atualmente, o terceiro método é o mais utilizado e, com uma reabilitação posterior, a maioria das crianças consegue recuperar a função do polegar.