Se a atrofia pulmonar é ou não perigosa depende do tamanho da atrofia pulmonar. A atrofia pulmonar focal geralmente não é perigosa, enquanto a atrofia pulmonar de grandes dimensões pode afetar a saúde e a vida do organismo. Se os sintomas forem mais graves, pode ser fatal quando o doente tem dificuldades respiratórias. A atrofia pulmonar é uma doença em que parte ou nenhum gás entra no tecido pulmonar, resultando na atrofia do tecido pulmonar, que é um distúrbio da ventilação pulmonar. Normalmente, manifesta-se por tosse seca, aperto no peito, falta de ar e dificuldade em respirar. As principais causas de atrofia pulmonar são obstrução brônquica, inflamação pulmonar causada por atelectasia, pneumotórax, grande quantidade de derrame pleural, tuberculose ou bronquiectasia levando à destruição dos tecidos pulmonares, compressão dos pulmões por lesões ocupantes do pulmão, a cavidade torácica acumulará gás, líquido ou sólido, resultando em uma mudança na pressão do ar na cavidade torácica, levando à inflamação para estimular a hiperplasia do tecido granulomatoso do parênquima pulmonar. Além disso, o traumatismo pulmonar ou a displasia congénita podem levar à atrofia pulmonar. Os doentes com atrofia pulmonar focal podem não ter sintomas óbvios e podem não necessitar de tratamento se as lesões forem antigas. Se houver uma combinação de sintomas, a condição pode ser controlada de acordo com a causa da doença, por exemplo, tomando medicamentos como a roxitromicina e a levofloxacina, conforme prescrito pelo médico. Os doentes com atrofia pulmonar grave podem levar a um declínio grave da função pulmonar, apresentando sintomas como aperto no peito, falta de ar, dispneia, etc., sendo necessário recorrer a tratamento cirúrgico. Em conclusão, recomenda-se que os doentes com atrofia pulmonar procurem atempadamente assistência médica para identificar a causa da doença e, se necessário, adoptem um tratamento cirúrgico.