Normalmente, as fracturas deixam de ser deslocadas cerca de 2 a 3 meses após a fratura.
O processo de consolidação da fratura divide-se em três fases principais: a fase de mecanização do hematoma, a fase de formação da crosta óssea primitiva e a fase de remodelação e formação da crosta óssea.
Cerca de 2 semanas após a fratura, forma-se tecido conjuntivo fibroso na extremidade quebrada da fratura, fazendo com que a extremidade da fratura forme uma união fibrosa. Cerca de 4 a 8 semanas depois, o tecido fibroso na extremidade quebrada da fratura e na cavidade medular forma uma crosta circunferencial e uma crosta intramedular que acompanha a fratura e que é continuamente calcificada.
Em cerca de 2 a 3 meses, as trabéculas ósseas na crosta óssea primitiva aumentam gradualmente, a crosta óssea começa a reformar-se e a ganhar forma, e as extremidades da fratura formam gradualmente uma ligação óssea, de modo a obter uma cicatrização clínica e, normalmente, não voltam a ser deslocadas.
É importante notar que, se a fratura cicatrizar mal, como perda óssea excessiva ou má fixação, a fratura pode permanecer deslocada durante mais de 2 meses. Por conseguinte, é importante seguir as instruções do médico e efetuar exames de acompanhamento regulares para determinar o estado de recuperação.
Se ocorrer uma fratura, o doente deve dirigir-se ao hospital para tratamento sem demora, a fim de evitar consequências adversas.