A enzima acetaldeído desidrogenase é utilizada principalmente para o metabolismo do álcool e não pode ser suplementada fora do organismo. O seu nível e atividade estão principalmente relacionados com a constituição e os genes do indivíduo. Em caso de consumo excessivo de álcool, o organismo pode ser ajudado a metabolizar o álcool através da utilização de medicamentos como a glucose e a naloxona. A acetaldeído desidrogenase é um tipo de aldeído desidrogenase, responsável por catalisar a oxidação do acetaldeído em ácido acético, que é o principal responsável pelo metabolismo do álcool. A enzima etanol desidrogenase no fígado pode oxidar o etanol em acetaldeído, sendo o acetaldeído resultante utilizado como substrato para ser posteriormente convertido em ácido acético catalisado pela acetaldeído desidrogenase. Se o organismo do doente não possuir a enzima acetaldeído desidrogenase, pode ocorrer uma grande acumulação de acetaldeído no organismo e sintomas de toxicidade. Os doentes apresentam sintomas como rubor da pele do rosto e do pescoço, tonturas, vómitos, etc. Em casos graves, podem também apresentar uma queda da pressão arterial, perturbações da consciência ou mesmo espasmos. Se o doente beber demasiado álcool, a glicose pode ser utilizada com moderação para suplementar a energia, acelerar a decomposição e o metabolismo do álcool e promover a micção; pode também ser utilizada em conjunto com a utilização de medicamentos para desintoxicação do álcool, como a naloxona, para acelerar o metabolismo e a decomposição do álcool. A acetaldeído desidrogenase não pode ser suplementada in vitro, pelo que os doentes são aconselhados a beber o mínimo de álcool possível.