A cura da epilepsia depende essencialmente da causa da doença, da gravidade da doença e das especificidades do tratamento.
1) Se os doentes com epilepsia, sob um tratamento anti-epilético normalizado e razoável, conseguirem aliviar eficazmente os seus sintomas, alguns deles podem ficar clinicamente curados se interromperem a medicação após 4 a 5 anos de tratamento e não voltarem a ter epilepsia.
2. a outra parte da epilepsia é mais teimosa, denominada epilepsia refractária, que requer medicação a longo prazo para o controlo dos sintomas, e algumas delas também precisam de ser combinadas com tratamento cirúrgico para reduzir a frequência de recorrência, mas não podem ser curadas.
3. existe também uma parte da epilepsia em que o número de crises diminui gradualmente com a idade, podendo mesmo ser aliviada espontaneamente sem necessidade de tratamento relacionado, como a epilepsia catatónica juvenil e a epilepsia catatónica infantil.
O plano de tratamento específico e o prognóstico da epilepsia variam muito de um indivíduo para outro, pelo que é recomendável receber um tratamento eficaz sob a orientação de um médico profissional.