O implante é também conhecido como implantação subcutânea e é clinicamente eficaz. Trata-se de um método contraceptivo muito utilizado na prática clínica, que consiste em colocar uma quantidade adequada de progestina num tubo capsulado e enterrá-lo sob a pele da mulher para obter o efeito contraceptivo através da libertação de progestina no interior do tubo. Embora este método seja eficaz, também pode ter efeitos secundários, como a interrupção do ciclo menstrual, hemorragias vaginais irregulares e até menorragia. No entanto, não é adequado para mulheres com doenças crónicas, como diabetes, nefrite, hepatite, etc.