Os efeitos da glicemia elevada das mulheres grávidas no bebé podem incluir feto de tamanho excessivo, restrição do crescimento embrionário, aborto espontâneo e parto prematuro e malformação fetal.
1) Feto de grandes dimensões: Normalmente, os bebés encontram-se num ambiente hiperinsulinémico a longo prazo causado pela glicemia materna elevada, que promove a síntese de proteínas e gorduras e inibe a decomposição das gorduras, o que conduz facilmente a um desenvolvimento excessivo do corpo do bebé, resultando em bebés de grandes dimensões.
2. restrição do crescimento embrionário: geralmente, o nível elevado de açúcar no sangue no início da gravidez pode inibir o desenvolvimento embrionário, levando a um desenvolvimento embrionário restrito e afectando o crescimento do bebé.
3) Aborto espontâneo e parto prematuro: o nível elevado de açúcar no sangue no início da gravidez pode levar a um desenvolvimento embrionário anormal, podendo mesmo levar à morte embrionária e a um aborto espontâneo, combinado com um excesso de líquido amniótico, é mais provável que leve a um parto prematuro e, se sofrer de hipertensão gestacional, sofrimento fetal e outras complicações, poderá ter de interromper a gravidez precocemente.
4) Malformações fetais: Se uma mulher grávida sofrer de diabetes antes da gravidez e não for controlada, a incidência de malformações no bebé pode ser 7 a 10 vezes superior à de uma gravidez normal, o que está intimamente relacionado com o nível elevado de açúcar no sangue nas primeiras semanas após a gravidez.
Para as mulheres grávidas com níveis elevados de açúcar no sangue, recomenda-se que se dirijam ao hospital atempadamente, sob a orientação do médico, para tratamento e tratamento específicos, de modo a não atrasar a situação.