As cataratas podem ser classificadas em congénitas e adquiridas, e o momento exato da cirurgia deve ser determinado de acordo com o estado do doente e o conselho do médico.
1) Cataratas congénitas: Para as cataratas com pouco efeito na visão, como as cataratas punctiformes, normalmente não é necessário qualquer tratamento e é necessária uma observação regular. Em caso de catarata congénita causada pelo vírus da rubéola, não é aconselhável uma cirurgia prematura.
2) Cataratas adquiridas: Por exemplo, cataratas senis, se o grau do doente for ligeiro e não atingir a indicação de cirurgia, recomenda-se o acompanhamento e a observação. Se o doente não conseguir levar uma vida normal, a cirurgia é mais adequada. Especialmente quando a fase de maturação excessiva da catarata provoca a degeneração da cápsula, e deve ser operada a tempo quando complicada por uveíte e glaucoma.
Quando a catarata ocorre, é necessário consultar um médico atempadamente, melhorar o exame relevante, esclarecer a causa e normalizar o tratamento.