A detecção da síndrome maligna deve ser acompanhada pela descontinuação dos antipsicóticos e tratamentos de apoio, tais como hipotermia, substituição electrolítica, substituição de fluidos, promoção da excreção, uso de relaxantes musculares como a nifedipina, e a bromocriptina, um fármaco que promove a função central da dopamina, e com uma gestão adequada, há normalmente uma redução destes sintomas após alguns dias. A síndrome maligna é uma reacção adversa rara e grave, cujas características clínicas são principalmente flutuações na consciência, a presença de distúrbios marcados na consciência, tonicidade muscular, febre alta, temperatura corporal elevada pode atingir cerca de 40°C, e também disfunção autonómica, manifestada pelo suor e micção frequente. Os fármacos normalmente utilizados para este fenómeno são haloperidol, clorpromazina endorfina e outros fármacos deste tipo. Dosagem rápida, dosagem elevada, desidratação, desnutrição, doença física combinada e tempo quente são todos factores associados ao desenvolvimento da síndrome maligna.