As metástases nos gânglios linfáticos aumentam em poucos meses, principalmente porque o tumor metastatiza para os gânglios linfáticos e as células tumorais parecem crescer e multiplicar-se novamente. Os gânglios linfáticos não se tornam cada vez mais pequenos quando ocorre uma metástase tumoral maligna, e esta condição aumenta gradualmente de tamanho quando não é efectuado um tratamento anti-tumoral, porque as células tumorais malignas são transferidas para os gânglios linfáticos através dos vasos linfáticos e, assim, crescem e multiplicam-se nos gânglios linfáticos, resultando no problema de os gânglios linfáticos se tornarem cada vez maiores, ou mesmo na formação de necrose ou úlceras. Quando se verifica a existência de metástases tumorais nos gânglios linfáticos, é necessário descobrir a lesão primária do tumor, avaliar a tipagem patológica do tumor maligno e adotar um plano de tratamento razoável, mas recomenda-se que não se exagere na medicação e que não se faça radioterapia ou quimioterapia arbitrariamente. Se o tumor apresentar metástases nos gânglios linfáticos, recomenda-se a consulta do departamento de cirurgia geral dos hospitais regulares e a normalização do tratamento sob a orientação de médicos profissionais, de modo a evitar atrasos no tratamento.