A redução da complacência cerebrovascular requer uma correção farmacológica ou cirúrgica imediata se houver aterosclerose na vasculatura local. Se for o resultado de uma doença subjacente do sistema vascular, são necessários ajustamentos dietéticos atempados e o controlo da pressão arterial e dos lípidos.
Quando a aterosclerose local ocorre nos vasos sanguíneos cerebrais, leva a uma diminuição da complacência dos vasos sanguíneos. Por conseguinte, para tratar a redução da complacência vascular, a aterosclerose tem de ser tratada em primeiro lugar e pode ser proporcionada uma proteção vascular eficaz através da toma de medicamentos hipolipemiantes, como a atorvastatina, a resuvastatina, etc. A cirurgia ou a terapia de intervenção também podem ser consideradas para casos mais graves de aterosclerose cerebrovascular.
A complacência cerebrovascular também pode ser reduzida na presença de condições subjacentes, como a hiperlipidemia, a hipertensão e a hiperglicemia. Para estas etiologias, a hiperlipidemia pode ser tratada com medicamentos hipolipemiantes, como a atorvastatina e a rosuvastatina, e a hipertensão pode ser tratada com medicamentos anti-hipertensores, como o Benadryl e o perindopril. Os doentes diabéticos necessitam de controlar a glicemia.
Quando a complacência cerebrovascular diminui, é importante consultar um médico para determinar a causa específica da doença, para que o médico possa orientar a seleção da medicação adequada ou as opções de tratamento.