A gentamicina é habitualmente utilizada na clínica em três tamanhos: comprimidos, grânulos e injecções; no caso dos comprimidos e grânulos, deve ser tomada por via oral; no caso das injecções, não é recomendada a toma por via oral.
A gentamicina pode tratar algumas doenças do trato digestivo causadas por infeção bacteriana, tais como disenteria bacteriana, gastroenterite aguda, etc. Se quiser tomá-la por via oral, pode escolher comprimidos e grânulos, mas para as injecções, não é recomendável tomá-la por via oral e, normalmente, tem de ser injectada por via intramuscular ou intravenosa.
No caso das injecções, a atividade antibacteriana será enfraquecida após a administração oral e a mucosa intestinal tem uma absorção limitada, o que não permite obter um efeito antibacteriano eficaz. A injeção oral de gentamicina está sujeita a uma série de efeitos secundários tóxicos em caso de sobredosagem, pelo que a injeção oral de gentamicina não é geralmente recomendada, dada a eficácia e segurança do medicamento.
Podem ocorrer reacções adversas como perda de audição, zumbidos, diminuição da produção de urina, perda de apetite e sede após a administração de gentamicina. Deve ser contra-indicada para pessoas alérgicas ao medicamento. Deve ser utilizada com precaução em doentes com insuficiência renal, miastenia gravis, doentes de Parkinson, crianças e idosos.
O medicamento deve ser aplicado sob a supervisão de um médico. Em caso de desconforto, recomenda-se que se dirija ao hospital o mais rapidamente possível, com a ajuda do médico para efetuar um tratamento específico, e não a automedicação, de modo a não atrasar a situação.