Como saber se se trata de uma epilepsia benigna ou maligna

O facto de a epilepsia ser benigna ou maligna pode ser avaliado com base nos sintomas, no eletroencefalograma e no efeito do tratamento medicamentoso.
1) Sintomas: As crises epilépticas benignas apresentam-se principalmente sob a forma de crises motoras parciais, crises apoplécticas, crises atónicas, crises mioclónicas, etc., com espasmos e dormência da face e dos cantos da boca e, em casos graves, convulsões de todo o corpo, consciência turva e outros sintomas. A epilepsia maligna pode apresentar-se com perda de consciência, apneia, febre alta e letargia.
2) Eletroencefalografia (EEG): A epilepsia benigna ou maligna pode ser determinada pelo EEG, que observa as ondas cerebrais e esclarece se existem descargas cerebrais anormais.
3) Eficácia da medicação: A epilepsia benigna é bem tratada com medicação, enquanto a epilepsia maligna é frequentemente mal tratada com medicação. O objetivo final do tratamento da epilepsia é controlar completamente as crises para que os doentes possam ter uma qualidade de vida normal. O tratamento inclui medicação (por exemplo, carbamazepina) e cirurgia (por exemplo, ressecção de lesões).
Recomenda-se que os doentes com epilepsia definam melhor a causa e o tipo de doença e que se submetam à medicação e à cirurgia sob a orientação de um médico.