O que significa uma ressonância magnética craniana?

A ressonância magnética refere-se à ressonância magnética craniana, que é uma técnica de imagiologia comum que utiliza diferentes tecidos do corpo para ressoar num campo magnético e produzir sinais diferentes para provocar imagens. O nível de sinal varia entre os tecidos ósseos, tumorais, musculares, adiposos e hemorrágicos. A RM é mais clara e precisa do que a TAC craniana e tem uma vantagem distinta na detecção de enfarte cerebral, uma vez que consegue distinguir entre enfarte cerebral agudo novo e enfarte cerebral antigo. A RM inclui muitos itens, incluindo as fases de difusão, T1, T2 e Flair, bem como a correspondente espectroscopia de ondas, exames de realce e imagiologia funcional, e é amplamente utilizada no diagnóstico e diagnóstico diferencial de doenças cerebrovasculares, doenças desmielinizantes, tumores cerebrais, malformações congénitas do desenvolvimento do crânio e do cérebro, traumatismo craniocerebral, infecções intracranianas devidas a várias causas e doenças degenerativas do cérebro.