Uma queda da gonadotrofina coriónica humana às seis semanas de gravidez não significa necessariamente que o feto tenha parado, mas também pode ser devida a gravidez ectópica, gravidez bioquímica, etc. A gonadotrofina coriónica humana é uma glicoproteína segregada pelas células trofoblásticas da placenta, que é importante para o diagnóstico precoce da gravidez. Foi demonstrado que existem muitas razões para a queda da gonadotrofina coriónica humana às seis semanas de gestação, não necessariamente a paragem fetal. A paragem fetal está relacionada com anomalias cromossómicas do embrião, malformações uterinas, insuficiência lútea, etc. A maioria das doentes não se sente mal, mas pode ter uma pequena hemorragia vaginal. As causas mais comuns incluem inflamação das trompas, displasia, doença inflamatória pélvica, falha contraceptiva, anomalias endócrinas, etc. Os sintomas típicos são a menopausa, dor abdominal, hemorragia vaginal irregular, etc. Em segundo lugar, também precisamos de considerar a gravidez bioquímica, que pode estar relacionada com a síndrome dos ovários poliquísticos, má qualidade do esperma e outras razões, geralmente sem manifestações anormais óbvias. Recomenda-se visitar o hospital a tempo de esclarecer a causa específica.