Não é recomendado fumar na gastrite atrófica com metaplasia intestinal, mas recomenda-se a realização de exames regulares, a cessação diária do tabagismo e uma dieta ligeira. A gastrite atrófica crónica pode ser causada por infeção por Helicobacter pylori, lesões auto-imunes, etc. Embora o tabagismo não seja uma causa direta, a olefina e o alcatrão produzidos pela combustão do processo de fumar podem levar a disfunção do esfíncter pilórico, causando refluxo intestinal e outras anomalias, agravando a inflamação existente, ulceração e outros sintomas, pelo que não se recomenda fumar. Além disso, fumar também aumenta a probabilidade de tumores malignos e de doença pulmonar obstrutiva crónica. Para as pessoas com gastrite atrófica com metaplasia intestinal, recomenda-se a realização de exames regulares para monitorizar as alterações do estado e para tratar a doença primária atempadamente. Recomenda-se que se evitem alimentos picantes e irritantes, o tabaco e o consumo de álcool. No caso de gastrite atrófica com metaplasia intestinal, recomenda-se que se consulte ativamente o médico, que se faça um acompanhamento regular e que se siga as instruções do médico para um tratamento razoável.