A medicina chinesa à base de plantas tem algumas vantagens no tratamento da hepatite B. A medicina chinesa considera que a maior parte da actividade de inflamação do fígado pertence ao calor húmido no fígado e na vesícula biliar, pelo que são utilizadas receitas para eliminar o calor húmido no fígado e na vesícula biliar, como a erva pendente, a erva língua de cobra, o ceptro de tigre ou a sopa Artemisia indica, que têm um melhor efeito na redução das transaminases. Quando a hepatite B progride para fibrose ou cirrose, a medicina chinesa considera que se trata de uma deficiência de Qi e de estase sanguínea, podendo ser utilizada para promover a degradação dos tecidos fibrosos do fígado através da activação da circulação sanguínea e da remoção da estase sanguínea, utilizando sobretudo unhas de tartaruga, placas de tartaruga, sálvia, caroço de pêssego, cártamo e astrágalo. No entanto, a medicina chinesa ainda não é muito eficaz na redução da replicação do vírus da hepatite B e, para além de alguns relatos dispersos, não foram observados dados laboratoriais em maior escala. Assim, para reduzir a replicação do vírus da hepatite B, a utilização da medicina chinesa à base de plantas não é recomendada de momento.