Sessenta dias após a fratura pertence ao período de formação da crosta óssea, em condições normais de cicatrização pode começar a andar no chão, mas as circunstâncias específicas devem basear-se na idade, no local da fratura, no grau de lesão e de cicatrização e noutros aspectos de um julgamento abrangente para determinar.
O processo de cura da fratura divide-se principalmente no período de inflamação e mecanização do hematoma, no período de formação da crosta óssea original e no período de transformação e modelação da crosta óssea. Em circunstâncias normais, cerca de 60 dias após a fratura ter sido fixada e tratada, encontra-se no período de formação da crosta óssea primitiva, e recomenda-se que possa andar no chão com a ajuda de muletas.
Durante este período, forma-se a crosta óssea, mas a extremidade da fratura não é sólida, pelo que se recomenda andar curtas distâncias, não andar muito tempo e fazer demasiado exercício, devendo ser gradual, a partir de uma carga parcial.
Além disso, no caso de fracturas em idosos, fracturas cominutivas, fracturas múltiplas, etc., o tempo para descer ao solo pode ser prolongado de forma adequada, de modo a não agravar a carga sobre o local da fratura, o que afectará a consolidação da fratura, e alguns dos doentes com mau estado de consolidação ou cujas crostas ósseas não se formaram também devem atrasar o tempo para descer ao solo de forma adequada.