A duração da ablação por radiofrequência do cancro do fígado não pode ser determinada em geral, está sobretudo relacionada com o estado do indivíduo, a taxa de sobrevivência a 5 anos do cancro do fígado em fase inicial pode atingir mais de 70%, enquanto a taxa de sobrevivência a 5 anos do cancro do fígado em fase avançada é relativamente baixa. A ablação por radiofrequência é utilizada principalmente para implantar a agulha de ablação por radiofrequência no tecido tumoral sob a orientação de ultra-sons, de modo a tornar o tecido tumoral necrótico, o que é menos traumático, a recuperação é mais rápida e o efeito curativo é mais preciso. A taxa de sobrevivência a 5 anos do cancro do fígado tratado com ablação por radiofrequência na fase inicial do cancro do fígado pode atingir mais de 70%, enquanto a taxa de sobrevivência a 5 anos do cancro do fígado tratado com ablação por radiofrequência na fase avançada do cancro do fígado é relativamente baixa. Se o resultado for satisfatório, mas ainda existirem sintomas ou se os exames de imagem e outros exames sugerirem que a lesão ainda existe, pode ser necessário um segundo tratamento, na maioria das vezes após 2 meses do primeiro tratamento. No entanto, um número excessivo de tratamentos pode causar necrose das células hepáticas e pode mesmo conduzir a uma insuficiência hepática. Recomenda-se que a ablação por radiofrequência para o cancro do fígado seja avaliada de acordo com a situação de cada pessoa, sob a orientação do médico.