O espessamento da mucosa gástrica é uma das manifestações clínicas da “gastrite atrófica crónica” (hiperplasia entérica atípica), que é uma doença comum do estômago. A arteriosclerose, um fluxo sanguíneo inadequado para o estômago e o gosto pelo tabaco, álcool e chá podem danificar a função de barreira da mucosa gástrica e levar à gastrite atrófica crónica. As principais causas são as seguintes. A principal causa da gastrite superficial crónica é a continuação da gastrite atrófica crónica, que pode desenvolver-se a partir da gastrite superficial crónica. As causas da gastrite crónica superficial podem todas tornar-se factores causais e agravantes da gastrite atrófica crónica. Factores genéticos: De acordo com o inquérito Varis, a incidência de gastrite atrófica crónica é significativamente mais elevada entre a primeira geração de familiares de doentes com gastrite atrófica crónica, sendo também evidente o factor genético da anemia perniciosa. A incidência de familiares foi 20 vezes superior à do grupo de controlo, indicando que a gastrite atrófica crónica pode estar relacionada com factores genéticos. Polmer chama-lhe gastrite excretora. Para além do chumbo, muitos metais pesados, como o mercúrio, o telúrio, o cobre e o zinco, têm um efeito prejudicial na mucosa gástrica. 4) Radiação: A radioterapia para tratamento da úlcera ou de outros tumores pode danificar ou mesmo atrofiar a mucosa gástrica.