Trombocitose após quimioterapia para leucemia mieloide aguda

A trombocitose é rara após a quimioterapia para a leucemia mieloide aguda e pode dever-se à recuperação da hematopoiese da medula óssea, a infecções, ao lúpus eritematoso sistémico, à dermatomiosite e a outras doenças. 1) Após o fim do período mielossupressor após a quimioterapia, pode ocorrer trombocitose transitória devido à recuperação da reconstrução hematopoiética da medula óssea, sendo suficiente uma monitorização regular. 2) Infeção: após a quimioterapia para a leucemia mieloide aguda, pode ser causada pela transformação maligna dos glóbulos brancos, levando à perda da função de resistência dos glóbulos brancos, o que pode levar à infeção após o uso de medicamentos quimioterápicos, resultando em trombocitose. 3. lúpus eritematoso sistémico: quando o lúpus eritematoso sistémico aparece, acompanhado de leucemia mieloide aguda, após a quimioterapia levará à invasão de múltiplos sistemas no corpo para parecer anormal, e leucemia combinada com a situação causada por trombocitose. 4. dermatomiosite: após a quimioterapia para a leucemia mieloide aguda, as doenças auto-imunes causarão danos à função dos tecidos e órgãos, causando assim trombocitose. Se as plaquetas aumentarem frequentemente após a quimioterapia, é necessário consultar um médico para exame e tratamento sob a orientação de um médico. Evite ir a locais com muita gente, faça uma dieta leve e nutritiva e preste atenção para se manter quente.