A gastrite atrófica pode comer cordeiro corretamente. A gastrite atrófica, também designada por gastrite atrófica crónica, é uma doença gástrica crónica em que o epitélio da mucosa gástrica sofre danos repetidos que levam à atrofia das glândulas intrínsecas com ou sem hiperplasia epitelial intestinal e/ou adenose pseudo-pilórica. A gastrite atrófica está associada à infeção por Helicobacter pylori, ao refluxo biliar, ao uso prolongado de anti-inflamatórios não esteróides (AINE) como a aspirina, ao álcool, à autoimunidade e à genética. Pode causar dor epigástrica, distensão abdominal, plenitude pós-prandial e saciedade precoce, perda de apetite, refluxo ácido, náuseas, vómitos e outros sintomas dispépticos inespecíficos, e alguns doentes podem também sofrer de letargia, ansiedade, depressão e outros sintomas psiquiátricos. Os doentes com gastrite atrófica podem comer borrego, mas devem ter em atenção que a ingestão de carne de borrego não deve ser excessiva e evitar churrascos, frituras, frituras e outras formas de cozinhar, evitar malaguetas, pimenta e outros condimentos estimulantes picantes para modulação, de modo a não agravar a carga sobre o estômago e os intestinos, danificando ainda mais a mucosa gastrointestinal, provocando náuseas, vómitos, dores abdominais e outros sintomas de agravamento. Os doentes com gastrite atrófica são aconselhados a procurar assistência médica para um diagnóstico claro e um tratamento específico sob a orientação de um médico.