Uma tensão arterial ligeiramente elevada às 31 semanas de gravidez requer repouso durante pelo menos uma hora antes de se voltar a fazer o teste e, se persistir elevada, requer um tratamento mais seguro com medicação anti-hipertensiva oral. Uma tensão arterial ligeiramente elevada durante a gravidez e que não pode ser aliviada após repouso pode ser hipertensão gestacional, o que constitui um risco tanto para a grávida como para o feto. Para a controlar, são necessários medicamentos anti-hipertensores orais, como a nifedipina e o labetalol, que não contêm diuréticos. A hipertensão arterial na gravidez deve também ser controlada através de análises à urina e à função hepática e renal. É igualmente importante verificar a presença de edema corporal. O objetivo principal é excluir se existe um estado de comprometimento da função renal durante a gravidez e, se houver alguma anomalia, esta pode ser tratada e intervencionada o mais cedo possível. Normalmente, a hipertensão arterial deve prestar atenção a mais descanso, não ficar acordada até tarde, comer mais vegetais e frutas frescas e alimentos ricos em proteínas, manter a estabilidade emocional. Além disso, se a tensão arterial for persistentemente elevada ou os sintomas forem óbvios, deve consultar o médico atempadamente para determinar a causa da doença e depois tratá-la, de modo a evitar atrasar a doença.