A proteína C-reactiva elevada nos recém-nascidos pode ser causada por lesão do miocárdio neonatal, encefalopatia isquémica-hipóxica neonatal, sépsis neonatal bacteriana, etc. São adoptados diferentes tratamentos de acordo com as diferentes causas da doença, como repouso, ventilação ou tratamento com medicamentos como a frutose e a furosemida.
1. lesão miocárdica neonatal: a proteína C-reactiva existe no músculo esquelético e no músculo cardíaco, e aparecerá no sangue uma hora após a lesão miocárdica, causando o aumento da proteína C-reactiva. Deve ser assegurado aos recém-nascidos repouso suficiente e nutrição adequada, e utilizar frutose, vitamina C, vitamina B6 e outros fármacos nutritivos para ajudar a reparar a lesão do miocárdio.
2. encefalopatia isquémico-hipóxica neonatal: a encefalopatia isquémico-hipóxica neonatal provoca danos nos tecidos cerebrais, resultando num aumento da proteína C-reactiva, a necessidade de estabelecer uma boa ventilação para os recém-nascidos, como a utilização de manitol para reduzir o tratamento da pressão craniana para reduzir os danos nas células cerebrais.
3. sépsis neonatal bacteriana: a proteína C-reactiva aumenta geralmente de forma acentuada após uma infeção aguda e pode ser reduzida rapidamente após a infeção ser controlada por antibióticos adequados, como o cefaclor, a penicilina, a cefixima e outros medicamentos antibacterianos.
Os recém-nascidos com proteína C-reactiva elevada devem consultar o médico atempadamente, melhorar o exame, esclarecer a causa da doença e tratá-la numa fase precoce.