A dilatação do esófago pode ser classificada como primária ou secundária. A dilatação que ocorre acima da parte estreitada do esófago pertence à dilatação secundária, que pode ser dividida em dois tipos: dilatação extensa e dilatação limitada. A dilatação secundária é menos comum e é geralmente secundária ao cancro do esófago e ao cancro gástrico. A dilatação do esófago pode ser causada por uma dilatação extensa ou por uma dilatação limitada. 1. dilatação generalizada: a causa é desconhecida e não existe uma medida preventiva específica. A sua manifestação clínica é a dilatação de todo o esófago, que é causada pela disfunção dos nervos e músculos esofágicos, pelo que este tipo também pode ser designado por megaesófago. 2. dilatação restrita: é o aumento súbito de uma secção do esófago, também conhecido como divertículo esofágico. Os divertículos formam-se porque o músculo liso da parede do esófago não está bem desenvolvido congenitamente, e a membrana mucosa localizada na sua superfície é muito fraca e sobressai facilmente para fora do lúmen do esófago. Os divertículos ocorrem frequentemente na parte da faringe onde o esófago se encontra com o esófago, e raramente na parte inferior do esófago. 3. dilatação secundária do esófago: é rara, principalmente secundária ao cancro do esófago e ao cancro gástrico. Maus hábitos alimentares na vida quotidiana, como não comer alimentos com bolor, comer menos ou não comer chucrute, reduzir o teor de nitritos na água potável. Recomenda-se a consulta atempada de um médico para esclarecer a causa da doença e efetuar os exames adequados, se necessário.