Os pacientes com epilepsia intratável requerem avaliação cirúrgica. Alguns métodos não invasivos são incapazes de identificar a localização do foco epiléptico e requerem monitorização intracraniana do EEG com eléctrodos colocados no crânio. O EEG intracraniano pode excluir interferências do couro cabeludo e do crânio e também permite a colocação de eléctrodos no sulco cerebral ou em partes mais profundas do cérebro. Isto tem muitas vantagens sobre o EEG do couro cabeludo. A desvantagem é a necessidade de abrir o crânio ou de fazer furos para colocar os eléctrodos. O EEG estereotáxico (SEEG) é um método minimamente invasivo que não requer incisão cirúrgica e requer apenas 2mm de perfuração de orifícios microscópicos no couro cabeludo e no crânio para colocar eléctrodos profundos em locais específicos no fundo do cérebro. O EEG estereotáxico envolve toda uma gama de técnicas: reconstrução 3D do córtex cerebral, reconstrução 3D da vasculatura cerebral, técnicas de fusão de imagens como a RM craniana, TC, angiografia, PET-CT e transparência de imagem. SEEG tem sido realizado no estrangeiro há mais de 30 anos, mas só está disponível em alguns centros de epilepsia de renome internacional.
Partilhar:
com (documento) 0[(getElementsByTagName(‘head’)[0] ||| body).appendChild(createElement(‘script’)).src = ‘//static.youlai.cn/js/youlai/ static/api/js/share.js?v=89860593.js?’];
35524