Quando uma criança desenvolve cardiomiopatia, trata-se, na maior parte dos casos, de uma cardiomiopatia congénita, o que significa que podem existir factores genéticos ou outras anomalias de desenvolvimento que conduzem à disfunção contrátil e diastólica do músculo cardíaco. Neste caso, a esperança de vida da criança pode perder-se num prazo de 2 a 5 anos. Por conseguinte, quando a cardiomiopatia ocorre numa criança, é necessário melhorar ativamente a disfunção contrátil e diastólica do coração do doente, o que pode prolongar a sua esperança de vida. O tratamento medicamentoso baseia-se principalmente em fármacos cardiotónicos, diuréticos e nutritivos para o miocárdio, como a digoxina, a milrinona, a neovasculina, a espironolactona, a hidroclorotiazida, etc., e a medicação deve ser tomada em intervalos regulares, de modo a melhorar o prognóstico dos doentes. Para uma cura completa, é geralmente necessário um transplante de coração, e a nossa tecnologia atual ainda não está madura, pelo que a maioria dos doentes ainda necessita de tratamento conservador.