A sífilis pode ser detectada 2 a 4 semanas após a infeção, mas devido ao período de incubação da doença, alguns doentes com sífilis não conseguem detectá-la a tempo após a infeção.
Quando se suspeita que um doente tem comportamentos de alto risco para a sífilis, o organismo do doente começa a desenvolver a doença cerca de 2 a 4 semanas após a infeção com a espiroqueta da sífilis, e alguns doentes podem não apresentar manifestações clínicas. Os doentes sintomáticos podem apresentar um cancro duro e gânglios linfáticos inchados. Isto manifesta-se como pequenas manchas eritematosas nos genitais externos ou à volta do ânus, que quando necrosadas podem apresentar-se como úlceras indolores redondas ou ovais.
Se o doente aparenta ser suspeito de sintomas de sífilis, deve procurar imediatamente tratamento médico para melhorar o exame relevante para esclarecer o diagnóstico, uma vez diagnosticado como sífilis, o doente precisa de cooperar ativamente com o médico para tomar as medidas terapêuticas relevantes.
Se houver um comportamento de alto risco, mesmo que não haja manifestações clínicas, recomenda-se também a realização atempada de um exame médico para excluir a infeção, de modo a não atrasar a situação.