O facto de a paralisia cerebral poder ou não ser tratada depende principalmente do grau e da localização da doença e da duração da mesma. Se a doença for ligeira, com tratamento ativo, alguns doentes podem aproximar-se do estado funcional de uma pessoa normal.
As crianças com paralisia cerebral devem ser avaliadas através dos sintomas clínicos, da ressonância magnética craniana e de outros exames. Se a lesão intracraniana for grave e a ressonância magnética revelar que já se formaram focos moles, cicatrizes intracranianas, hemorragias, etc., a maioria não pode ser reparada até um nível normal e a incapacidade funcional relevante só pode ser melhorada através de tratamento de acompanhamento e treino de reabilitação.
No entanto, se o estado da paralisia cerebral for ligeiro, através de tratamento atempado e treino de reabilitação, alguns doentes podem recuperar a capacidade básica de autocuidado e aproximar-se do nível das pessoas normais.
Embora o tratamento da paralisia cerebral seja longo e difícil, existem mais métodos de tratamento. São necessários planos de tratamento individualizados para diferentes sintomas, pelo que se recomenda uma avaliação profissional e um tratamento individualizado no hospital o mais cedo possível. Entretanto, a confiança e a paciência dos familiares são importantes para a recuperação do doente.