As relações sexuais não são recomendadas nos três meses seguintes à ovulação e à conceção, pois podem provocar contracções uterinas e aumentar o risco de aborto. O feto da mulher não está totalmente estável no primeiro trimestre da gravidez, pelo que, se tiver relações sexuais no primeiro trimestre, pode estimular o útero, provocando contracções e aumentando o risco de aborto. Além disso, o primeiro trimestre é um período crítico para o desenvolvimento do embrião, pelo que, se não prestar atenção à higiene quando tem relações sexuais, resultando em infeção, o desenvolvimento normal do embrião pode ser afetado. No segundo trimestre, o coito também deve ser evitado tanto quanto possível, porque pode irritar o útero, levando à rutura prematura das membranas fetais e desencadeando um trabalho de parto pré-termo. E se ocorrer uma infeção bacteriana durante o coito no segundo trimestre, as bactérias podem entrar no útero e aumentar o risco de infeção puerperal.