A quimioterapia tem um certo efeito terapêutico em doentes com cancro do intestino avançado, mas a extensão do efeito da quimioterapia depende principalmente do facto de o estádio avançado ser acompanhado de metástases de outros órgãos e de as metástases de outros órgãos serem acompanhadas de manifestações clínicas. Alguns doentes são muito sensíveis à quimioterapia e podem ser bem tratados com quimioterapia, mas alguns doentes com metástases em fases avançadas podem não obter um efeito terapêutico significativo com a quimioterapia, o que é contraproducente. Por conseguinte, a eficácia da quimioterapia depende da gravidade da doença e do tipo de órgão a que as metástases estão associadas, estando também intimamente relacionada com a sensibilidade do doente aos medicamentos de quimioterapia.