As directrizes actuais já não recomendam a levocanidina para o tratamento da esclerose cavernosa peniana, pelo que não é possível saber a dose exacta a tomar. Quando a levocarnitina é utilizada para tratar a deficiência sistémica primária de carnitina, a dose é de 10-30 ml/dia. No caso da esclerose cavernosa do pénis, podem ser experimentados medicamentos como o verapamil e a colagenase. A levocarnitina é utilizada principalmente para tratar a deficiência sistémica primária de carnitina. A forma de dosagem comum para administração oral é o líquido oral e a dose recomendada para indivíduos com 50 kg é de 1-3 g/dia, o que corresponde a 10-30 ml de levocarnitina líquido oral por dia, devendo a dose inicial ser de 10 ml/dia, com um aumento lento da dose com base na eficácia e na tolerância, e na monitorização das concentrações plasmáticas de carnitina, etc., durante o período de medicação. Os doentes podem apresentar reacções adversas como náuseas e vómitos, diarreia, tráfego abdominal, fraqueza muscular ligeira, erupção cutânea, edema facial, etc., e está contraindicado em doentes alérgicos ao produto. O tratamento não cirúrgico da esclerose peniana inclui a aplicação de colagenase, verapamil, hexestrol, iodeto de potássio, aminobenzoato de potássio e outros medicamentos; irradiação de raios X, diatermia por ondas ultracurtas, eletroterapia, iontoforese de medicamentos, etc. Se o tratamento não cirúrgico não tiver efeito ou se a deformidade erétil do pénis for muito evidente, pode ser removido cirurgicamente e o local defeituoso pode ser transplantado com membrana do tendão da pele, membrana da bainha, parede da veia, folha de poliéster, etc. Recomenda-se que os doentes que não se sintam bem se dirijam atempadamente aos hospitais regulares, sigam as instruções do médico para o tratamento e os medicamentos devem ser aplicados sob a orientação do médico.