A maioria das gravidezes ectópicas na prática clínica são gravidezes tubárias, que têm vários resultados: o primeiro é uma gravidez ectópica abortada, em que o saco gestacional aborta para a cavidade pélvica e morre, mecaniza e é absorvido, com a rara possibilidade do saco gestacional acabar na cavidade pélvica, onde continua a crescer e a desenvolver-se, causando dor na parte inferior do abdómen. A segunda é a ruptura da trompa de Falópio, que clinicamente requer cirurgia. A terceira é o tratamento conservador após a descoberta de uma gravidez ectópica, como a medicação oral, que mata o embrião, mecaniza-o lentamente, e finalmente absorve-o com o objectivo de tratar a gravidez ectópica. Portanto, a probabilidade de uma gravidez ectópica regressar à cavidade uterina e continuar a gravidez é zero.