O Betalucil também se chama Metoprolol, e o Metoprolol subdivide-se em Tartarato de Metoprolol e Succinato de Metoprolol. A dose máxima não é claramente mencionada no manual de instruções, o que se deve principalmente ao facto de a dose máxima de Metoprolol ser determinada de acordo com a doença de que o doente sofre. O tartarato de metoprolol tem uma dosagem de 25 mg por comprimido e a dose máxima para o tratamento da hipertensão arterial é de 100-200 mg/dia, enquanto o succinato de metoprolol tem uma dosagem de 47,5 mg por comprimido e a dose máxima para o tratamento da hipertensão arterial é de 190 mg/dia. A dose máxima de tartarato de metoprolol para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 300-400 mg/dia, enquanto o succinato de metoprolol pode ser gradualmente aumentado até uma dose máxima de 190 mg/dia em doentes com insuficiência cardíaca. O metoprolol é utilizado clinicamente para o tratamento da hipertensão, angina de peito, enfarte do miocárdio e cardiomiopatia hipertrófica. Os efeitos adversos comuns incluem fadiga, dores de cabeça e tonturas, bradicardia, dores abdominais, náuseas e vómitos e diarreia. Está contraindicado em doentes com hipotensão, bradicardia, insuficiência hepática ou renal e asma brônquica. Caso os pacientes queiram utilizar o Metoprolol para tratamento, recomenda-se padronizar o uso da medicação sob orientação de um médico, e não aumentar a dosagem de forma particular, para não causar efeitos adversos.