A ruminação constante está clinicamente envolvida numa vasta gama de perturbações, que podem ser esquizofrenia, depressão, ansiedade, fobias ou perturbação obsessivo-compulsiva. Na esquizofrenia, o conteúdo das ruminações é muitas vezes alucinatório, relacionado com ilusões, e os doentes esquizofrénicos estão mal coordenados com o ambiente que os rodeia e muitas vezes não têm consciência de si próprios. Por outro lado, as pessoas com depressão tendem a ter pensamentos recorrentes sobre o passado, apresentando humor deprimido, reacções lentas no pensamento, sentimentos de inutilidade, incompetência, desespero e, muitas vezes, auto-negação, sentindo-se incompetentes, sem valor e não amadas em relação a si próprias. As pessoas que sofrem de ansiedade, por outro lado, tendem a preocupar-se inexplicavelmente e são acompanhadas por sintomas de disfunção dos nervos das plantas. Os fóbicos têm medo e estão preocupados com coisas específicas, têm frequentemente ruminações sobre situações específicas, são acompanhados por uma disfunção dos nervos motores e têm comportamentos de evitamento. Na TOC, os pensamentos recorrentes são frequentemente obsessivos e, em alguns casos, são acompanhados de comportamentos compulsivos, como a verificação e a lavagem compulsivas. Nalguns casos, podem ser acompanhados de comportamentos compulsivos, como o exame compulsivo, a lavagem compulsiva, etc. Noutros, a ruminação constante pode ser um pensamento compulsivo, como a exaustão compulsiva. Por conseguinte, é importante analisar o problema específico e é necessário um exame mais aprofundado dos elementos relevantes.