Os pólipos gastrointestinais podem ser intervencionados com tratamento geral e tratamento cirúrgico, consoante a localização do pólipo e o estado do doente. 1) Pólipos gástricos: Para os pólipos de pequenas dimensões, de proliferação lenta e sem risco de cancro, não é necessária qualquer intervenção médica especial por enquanto, sendo apenas necessário um bom acompanhamento. Entretanto, é necessário evitar alimentos picantes e estimulantes, adotar uma dieta ligeira, deixar de fumar e beber e dormir o suficiente. No caso de pólipos maiores ou de pólipos com maior risco de cancro, pode recorrer-se à cauterização endoscópica com sonda térmica e à ressecção gástrica. 2. pólipos intestinais: No caso de pólipos pequenos assintomáticos, a observação é a principal preocupação. Entretanto, os maus hábitos como o alcoolismo e o tabagismo devem ser corrigidos durante a vida. Para os pólipos intestinais de grandes dimensões e com risco de cancro, a excisão simples do pólipo também pode ser considerada como tratamento adequado. Recomenda-se que os doentes procurem um exame médico o mais cedo possível para confirmar o diagnóstico da doença e, em seguida, sob a orientação do médico, para o tratamento.