Se a luxação óssea for ligeira, pode reparar-se a si própria, mas se for grave, não pode reparar-se a si própria e requer tratamento, como se segue: Primeiro, pode reparar-se a si própria: as luxações ósseas ligeiras podem ainda manter o reposicionamento funcional mesmo sem um reposicionamento preciso, e os ossos locais do paciente curar-se-ão suavemente sem impacto grave na função do corpo, por vezes manifestando-se apenas como anomalias na aparência. Em segundo lugar, não é auto-reparador: a deslocação óssea é mais grave, com deslocação angular, deslocação de encurtamento, ou mesmo deslocação de separação, que precisa de ser tratada, caso contrário a fractura local é propensa a não cicatrização. Os métodos de tratamento incluem a fixação externa por manipulação e a fixação interna por incisão, que pode assegurar com precisão que os ossos locais consigam um reposicionamento anatómico, o que pode promover uma cura suave da fractura e também assegurar a forma e função dos ossos locais. Os pacientes necessitam de exercícios musculares pós-operatórios para restaurar a força e a potência dos músculos.