Existe uma predisposição genética para o LES, mas não é uma doença hereditária e não é necessariamente herdada por várias gerações.
Estudos de investigação mostraram uma maior prevalência de LES em irmãs ou mães e filhas. Existe uma certa correlação entre a doença e os genes, mas não se trata de uma doença hereditária e não é necessariamente herdada por várias gerações. A doença é também clinicamente comum em mães e filhas, irmãs e gémeos, mas este é apenas um fator genético e não há certeza de que a geração seguinte desenvolva lúpus eritematoso.
Para além dos factores genéticos, a doença está também associada a factores ambientais e a infecções. Evitando outros factores como a radiação ultravioleta, o repouso, o controlo da alimentação e a regulação emocional, a incidência da doença também será bastante reduzida.
Além disso, depois de sofrer de doença de LES, recomenda-se a ida a hospitais regulares para cooperar com reumatologistas profissionais para tratamento normalizado e revisão regular, o que pode estabilizar a condição.