O apêndice é um órgão tubular ligado à parede medial posterior do ceco. A extremidade distal do apêndice é cega, pelo que quando a cavidade apendiceal é obstruída por um folículo linfóide hiperplástico ou pedra fecal, isto pode levar ao crescimento bacteriano na cavidade apendiceal e infecção secundária, resultando em apendicite aguda. A artéria apendiceal é a artéria terminal, que pode levar à necrose e perfuração do apêndice quando o fluxo sanguíneo é prejudicado. As manifestações clínicas típicas de apendicite aguda incluem dores metastáticas no abdómen inferior direito, náuseas, vómitos e febre, que ao exame se manifesta como dor de pressão no abdómen inferior direito. O tratamento cirúrgico precoce é o principal e mais eficaz tratamento para a apendicite aguda. Se a cirurgia não for realizada atempadamente, a inflamação do apêndice pode levar à necrose e perfuração do apêndice, o que pode levar a complicações tais como abcessos abdominais, fístulas internas e externas e flebite portal. Na maioria dos casos de apendicite, a apendicectomia deve ser realizada o mais cedo possível após o diagnóstico. O procedimento cirúrgico principal é a apendicectomia, que é realizada quando a inflamação ainda está obstruída ou quando há apenas congestão e edema no apêndice.