A congestão da mucosa nasal (membranas mucosas) ao exame do rinoscópio pode dever-se a rinite aguda, rinite crónica simples, rinite crónica hipertrófica e outras doenças. Se precisar de confirmar o diagnóstico, deve ir a um médico otorrinolaringologista e fazer um diagnóstico claro com a história clínica e os sintomas.
1. rinite aguda: após a infeção viral, na fase inicial da doença, o vasoespasmo da mucosa nasal, a secreção da glândula é reduzida, seguido pela dilatação dos vasos sanguíneos na mucosa, congestão da mucosa, edema. No início, o muco nasal é aquoso, tornando-se gradualmente mucoso e mucopurulento após uma infeção bacteriana.
2. rinite simples crônica: o exame desta doença pode achar que a mucosa nasal está inchada devido à dilatação crônica dos vasos sanguíneos, a superfície é lisa, e o mais óbvio é o corneto inferior, que é macio e elástico. Ao mesmo tempo, as glândulas mucosas são ativas, resultando em aumento da secreção, principalmente muco nasal mucoso translúcido e pus quando infeção secundária.
3. rinite hipertrófica crónica: este tipo de rinite na rinoscopia, pode apresentar hiperplasia da mucosa nasal, hipertrofia, vermelho escuro ou vermelho púrpura claro. A mucosa do corneto inferior é hipertrofiada, superfície irregular, nodular ou amora, o osso do corneto pode ser hipertrofiado, muitas vezes bloqueando toda a cavidade nasal.
Quando há sintomas de desconforto nasal, recomenda-se ir ao departamento de otorrinolaringologia do hospital em tempo hábil, sob a orientação do médico para melhorar a rinoscopia e outros testes para esclarecer o diagnóstico e a causa da doença, a fim de padronizar ainda mais o diagnóstico e o tratamento.