As arritmias podem estar presentes em todas as pessoas normais e podem estar presentes em 60% da população normal, incluindo bebés, adolescentes e idosos. Numa arritmia típica, o doente não tem manifestações clínicas, sendo apenas detectada durante um exame físico, e os mais sensíveis terão manifestações clínicas como ataques de pânico, uma sensação de proeminência do coração ou uma sensação de paragem cardíaca. Se não houver manifestações clínicas, o doente está, em princípio, sob observação clínica e não necessita de qualquer tratamento, mas se houver manifestações clínicas evidentes, deve considerar-se a administração de medicamentos anti-arrítmicos. É importante cuidar do repouso, evitar esforços, assegurar uma boa disposição e um sono estável, e evitar factores de risco que possam desencadear sintomas arrítmicos. Na prática clínica, a medicação oral é a base. Se puder prescindir da medicação, tente não a utilizar, preste atenção ao descanso e mantenha bons hábitos de vida, não sentirá esta condição.