Na fase inicial da SIDA, a hemorragia pode ser interrompida, mas nas fases média e tardia, devido ao vírus afetar gravemente a função imunitária do organismo, resultando num declínio da função de coagulação e numa diminuição da contagem de plaquetas, altura em que a hemorragia pode não parar. Se o doente não consegue parar a hemorragia na fase inicial da SIDA, geralmente não é causada pela SIDA, pode haver uma função de coagulação anormal, como anormalidade na contagem de plaquetas, disfunção do fator de coagulação e factores da parede dos vasos sanguíneos, etc. Recomenda-se ir ao hospital a tempo de fazer um exame sistemático, de modo a esclarecer a causa da hemorragia. Também é necessário parar a hemorragia aplicando atadura de pressão na ferida local a tempo de evitar a perda excessiva de sangue. Nas fases intermédia e tardia da SIDA, como o vírus afecta a função imunitária do organismo e acaba por perder a sua função imunitária, o que pode levar o doente a ter infecções graves, afectando assim a função de coagulação, pode haver uma situação em que a hemorragia não possa ser estancada e, nessa altura, devemos verificar a função de coagulação, bem como as plaquetas, o mais rapidamente possível, e de acordo com a situação do tratamento sintomático, de modo a promover a recuperação da função de coagulação. Se a hemorragia não puder ser interrompida, recomenda-se que os doentes com SIDA se dirijam atempadamente ao hospital para esclarecer as causas específicas da doença, de modo a efetuar um tratamento específico.