Não faz sentido confiar apenas nos alimentos para a proteção do fígado e não existe uma declaração clínica sobre “qual o alimento mais eficaz para a proteção do fígado”. Se houver anomalias na função hepática, os cuidados com o fígado requerem tratamento causal e sintomático. Se os doentes com hepatite B receberem tratamento antiviral e as transaminases forem elevadas, devem ser administrados dibenzoato de bifenilo, diciclomina e outros medicamentos para os tratar. Recomenda-se a ingestão de uma quantidade moderada de proteínas de alta qualidade, dieta de baixa energia (como ovos, carne magra, peixe e camarão, etc.), e evitar alimentos ricos em gordura e colesterol (como carne gorda, manteiga, miudezas de animais, etc.). Além disso, o consumo adequado de frutas, legumes, etc., ricos em vitaminas, é bom para o fígado. O alcoolismo, as noitadas e outros factores devem ser regulados na vida e na alimentação. Os doentes com hepatite B necessitam normalmente de tomar entecavir, tenofovir disoproxil fumarato e outros medicamentos antivíricos para tratamento; o tratamento de redução das transaminases, através da estabilização da membrana das células hepáticas, melhora a função hepática e outros efeitos para desempenhar um papel na proteção do fígado. Os fármacos habitualmente utilizados incluem o dibenzoato de bifenilo, o álcool bicíclico, a fosfatidilcolina de polieno, etc. Se o tratamento não for eficaz, deve também ser considerada a realização de TAC intensiva e de marcadores tumorais. Para a proteção do fígado, recomenda-se a consulta de um médico para considerar medidas específicas em função do estado do indivíduo.