Uma alfa-fetoproteína elevada durante 4 anos consecutivos pode estar relacionada com hepatite, cirrose, cancro do fígado, etc., que podem ser tratados através de medicação, cirurgia, etc., conforme prescrito pelo médico. 1) Hepatite, cirrose: os doentes devem ser submetidos a exames complementares da função hepática, da hepatite B, da hepatite C, bem como a ecografia, ressonância magnética, etc., a fim de esclarecer a causa. Se se tratar de hepatite viral, deve ser efectuado um tratamento antiviral e um tratamento de proteção do fígado. Se se tratar de cirrose, o tratamento sintomático deve ser ativamente efectuado com base no tratamento etiológico. 2) Carcinoma hepatocelular: Se a alfa-fetoproteína estiver persistentemente elevada e se houver suspeita de doença maligna, deve ser examinada a ressonância magnética do fígado para esclarecer se existe alguma lesão e deve ser efectuada uma biópsia por punção para determinar se se trata de carcinoma hepatocelular primário e, se necessário, pode ser efectuada terapia de intervenção e tratamento cirúrgico. Além disso, o cancro gástrico, o cancro do pâncreas, o tumor embrionário das gónadas, etc., também podem levar a uma elevação da alfa-fetoproteína. Recomenda-se que se dirija ao hospital a tempo de uma consulta médica para esclarecer a causa da doença e, em seguida, realizar um tratamento orientado sob a orientação do médico, de modo a minimizar os efeitos adversos da doença.