Como fazer o rastreio para “pré-eclâmpsia”

  O que acontece a um recém-nascido quando ele ou ela nasce com uma luxação congénita da anca?  Vejamos como podemos ser rigorosos na detecção da luxação congénita da anca em recém-nascidos: 1. Rastreio universal: todos os recém-nascidos devem ser rastreados no prazo de 3 meses após o nascimento.  2. rastreio focalizado: o foco do rastreio é nos recém-nascidos com factores de alto risco, tais como a posição da bexiga, bebés do sexo feminino, primogénitos, história familiar de “prematuridade da anca”, membros inferiores desiguais, síndrome de Down, marcha trêmula, dor na anca após a actividade, pescoço inclinado, e inversão do pé e dos ossos metatarsais.  3. focar na prevenção: focar na prevenção do deslocamento retardado causado por certas doenças, tais como paralisia cerebral, paralisia pediátrica, contractura da anca, distúrbios da medula espinal, síndrome de Down, síndrome de Marfan e displasia epifisária múltipla.  Um lembrete amigável: se for detectada uma suspeita de luxação da anca, esta deve ser diagnosticada e tratada numa instituição médica especializada, tal como uma clínica ortopédica pediátrica. Com um diagnóstico precoce nos 3 meses seguintes ao nascimento e um tratamento conservador regular e contínuo, a maioria das crianças pode alcançar bons resultados.