O linfoma de células B pertence ao linfoma não Hodgkin, um tipo de tumor maligno com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de cerca de 60% a 70%, de acordo com as directrizes de 2022 para o tratamento do linfoma de células B, mas existe variabilidade individual.
O linfoma de células B é um tipo de linfoma, um tumor maligno do sistema hematopoiético, que se pode manifestar por um aumento progressivo e indolor dos gânglios linfáticos, com ou sem febre baixa, suores noturnos e mal-estar, sendo o diagnóstico geralmente confirmado por biópsia patológica dos gânglios linfáticos.
Se o tumor puder ser tratado ativamente na fase inicial da doença, através da aplicação de quimioterapia e de terapia dirigida, pode ser possível atingir o padrão de cura. Se o tumor for mais limitado, a cirurgia também pode ser utilizada ativamente e a taxa de cura também é relativamente elevada.
No entanto, para os doentes com linfoma de células B avançado, o plano de tratamento centra-se principalmente na terapia de manutenção, e a radioterapia e a imunoterapia podem não conseguir obter um efeito terapêutico mais óbvio, podendo apenas ser consideradas para prolongar a vida dos doentes e melhorar a qualidade da sua sobrevivência.
A cura ou não do linfoma de células B deve ser decidida em função da situação concreta do doente. Se lhe for diagnosticado um linfoma de células B, recomenda-se que procure tratamento médico o mais rapidamente possível e que o efectue sob a orientação de médicos profissionais, de modo a evitar atrasos no tratamento.